O amor... oh amor me diga o que posso fazer para ser eterno, o homem que é mortal busca incessantemente o que é imortal, então oh amor, felicidade, o que devo fazer? até quando? quanta angustia, drama? talvez, talvez... quão virtuoso nunca serei, igual aquele , ou aquele, negaram tudo, o eu, desejos, aquilo que é tereno e visível, os sentimentos. Não, os sentimentos não, pois isso é uma reserva do homem imortal, aquilo deixado por alguém que é eterno e quis nos mostrar a gota da eternidade, mas enquanto mortais. Oh quanta complexidade o ser humano é, medido por seus contrários, eterno, passageiro, mutável, imutável, quão complexo pode ser ainda mais, se não por aquilo que almeja, mas não pode, por que não é? Dorme feliz homem imortal enquanto mortal.
so escrevendo
Despreocupado Luar olha este luar, aquilo que fora está visível, mas invisível dentro do artificial, a qual o homem se propõe a todo dia escondido estar dessa bela lua e das estrelas. Minha nossa... o firmamento vasto , vários feixes de luz o irradiam todo, que bela cena, olha aquela estrela tão bela, plena, fixa, estagnada na sua formosura e perenidade, é por que com nada se preocupa?
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